Dez dias na Cidade Maravilhosa


| Tempo de leitura: 2 min
<b>Cartão-postal</b> - Guilherme Vilela ao lado da namorada, Maryane Jéssica de Oliveira, com a vista panorâmica do Rio de Janeiro ao fundo
<b>Cartão-postal</b> - Guilherme Vilela ao lado da namorada, Maryane Jéssica de Oliveira, com a vista panorâmica do Rio de Janeiro ao fundo
Na canção Aquele Abraço, Gilberto Gil eternizou que “o Rio de Janeiro continua lindo”. Com o intuito de comprovar essa ideia, o bancário Guilherme Vilela de Castro, 22, e sua namorada, Maryane Jessica de Oliveira Rodrigues, 19, decidiram se aventurar pela “Cidade Maravilhosa”, em maio do ano passado. Deixando um pouco de lado o medo relacionado à violência, eles e mais um casal de amigos, Micael e Talita, partiram de carro no dia 15, chegando quase 24 horas depois ao seu destino final. Antes, no entanto, puderam apreciar as belezas do litoral paulista, passando por Guarujá, Bertioga, Camburi e Boiçucanga, trafegando pela Rodovia Rio-Santos. “Paramos em cada uma dessas cidades para observar a praia. Depois paramos com mais calma em Maresias, onde praticamos um pouco de bodyboard e fomos até São Sebastião”, afirma Guilherme. No caminho ainda estavam Ilha Bela e Ubatuba. Já em território fluminense, visitaram Paraty e Angra dos Reis, onde ficaram fascinados pelas grandes usinas nucleares Angra I e II em funcionamento desde 1985 e 2001, respectivamente. Na metrópole que um dia foi capital do Brasil e, em outros tempos, celeiro da Bossa Nova, Guilherme, Ma- ryane e seus amigos foram recebidos com um congestionamento grande, por volta de 20 horas. “Mas chegamos ao nosso destino sem nos perdermos”. Dez dias passaram rápido para os quatro jovens, que conheceram muita coisa por lá: Praia do Recreio dos Bandeirantes, Ipanema, Barra, São Gonçalo, Corcovado, Pão-de-Açúcar e, claro, Copacabana. Só faltou o Maracanã... Aproveitaram a oportunidade para irem de trem ao Estádio Olímpico “João Avelange”, o famoso Engenhão, pagando R$ 2 pela passagem. No local construído para sediar as competições de atletismo e futebol dos jogos Panamericanos de 2007, acontecia uma partida entre Botafogo e Corínthians, pelas semifinais da Copa do Brasil. Um parêntese especial é aberto para o baile funk no bairro de Campo Grande, onde pagaram de R$ 5 (mulher) a R$ 15 (homem) para entrar e R$ 1 por lata de cerveja, bem gelada. “Lugar com muita gente, uma estrutura de som muito grande. Lá parece que a cidade não para. Era uma terça-feira e o baile ficou lotado até amanhecer”. [FOTO2] O casal francano gastou relativamente pouco para estar no Rio de Janeiro. Todas as despesas ficaram em R$ 900, incluindo o combustível para deslocamento de carro até a cidade (R$ 200), transporte de trem, ônibus e carro dentro do Rio (R$ 100) e gastos com alimentação e presentes. A hospedagem ficou por conta de um amigo da família, que não cobrou nada. Apesar de ser recomendável, eles não fizeram questão de chamar um guia turístico. “A cidade realmente é maravilhosa, com muitas paisagens. A vista do Cristo Redentor é muito bonita. A viagem foi supertranquila, sem nenhum imprevisto”, conclui o bancário.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários