Faltam ações concretas


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Ironia do destino. As polícias Civil e Militar trabalham com estatísticas? Então, têm que fazer estatísticas ao invés de cumprir funções como determina a Constituição? Incrível! Uma corporação quer engolir a outra e, nesse caminhar, confundem suas funções essenciais de praticar ações preventivas e repressivas. “Enquanto isso, no Palácio da Justiça dos super-heróis”, nosso governador inflama propaganda e obras para ganhar a próxima eleição e os políticos fazem leis sobre leis ao invés de exigirem o cumprimento da Constituição. Podem, já que têm cacife para bancar seguranças, educadores e médicos particulares. Na outra ponta do navio estão os pobres, tentando trabalhar para ter água para beber, senão morrem de sede! (O leitor se manifesta sobre Objetiva deste Comércio, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id =42460&materia=Entre%20 estatísticas%20e%20realidade) Antônio Sousa Franca - SP ***** Não podemos atribuir a responsabilidade da redução dos índices a apenas uma parte do sistema. O importante é que a polícia está sendo mais técnica no planejamento operacional e não realizando suas operações empiricamente. Infelizmente não há como saber quantos crimes a polícia preventiva inibiu durante a execução do seu trabalho. Quanto a outras atribuições da PM, terá que continuar realizando, a exemplo de multas de trânsito e operações quanto à Lei Seca. Todas as ações são importantes, inclusive estas que lidam com a vida humana, com a integridade física. Não podemos nos esquecer que o trânsito em Franca é responsável pela maioria das mortes violentas ocorridas na cidade. Márcio Alves Cardoso Franca - SP

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