Todos os dias, 1,2 mil pessoas, em média, procuram o NGA para algum tipo de atendimento. A metade vai para se consultar com médicos de 22 especialidades, como dermatologia, cardiologia, neurologia e oftalmologia.
Durante o Carnaval, usuários do NGA também passaram pelo mesmo problema ocorrido ontem. O prefeito Sidnei Rocha (PSDB) decretou ponto facultativo na Quarta-Feira de Cinzas, mas cerca de 200 consultas já haviam sido agendadas com antecedência para aquele dia. A falha foi atribuída ao programa de informática que controla a marcação de consultas, que teria desbloqueado datas de feriados e pontos facultativos.
Para o secretário de Saúde, Alexandre Ferreira, era de conhecimento público que seria ponto facultativo na segunda-feira. “A gente publicou nos jornais e falou nas rádios que não haveria expediente normal hoje (ontem). Muitas pessoas nos procuraram para remarcar as consultas”.
De acordo com Alexandre Ferreira, devido à elevada demanda pelos serviços oferecidos, não é possível fazer contatos individuais para informar a suspensão do atendimento. “Não temos condição de avisar 600, 700, uma por uma. Não temos estrutura para isto. Esta não é nossa função. A gente até tenta, mas, eventualmente, as pessoas não são encontradas”.
Alexandre Ferreira admitiu que a situação não pode se repetir. Para isto, deverá aumentar a quantidade de avisos antes dos próximos pontos facultativos.
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