Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo. Verdade ou não, a beleza e os encantos do continente europeu atraem constantemente turistas e estudantes que chegam ao “velho mundo” ávidos por conhecimento, cultura e lazer. O estudante Hugo Gaeta Araújo, 18, é um dos que atravessaram o Atlântico com o intuito de, em dois meses, aprimorar a língua inglesa, tarefa incentivada pelo apelo turístico das cidades europeias.
Hugo se hospedou em Cambridge - sede do condado de Cambridgeshire, a aproximadamente 80 quilômetros da capital da Inglaterra, Londres - onde se matriculou na Embassy CES, escola internacional onde professores ingleses ensinam os estrangeiros. O cenário é ideal para quem quer fazer novas amizades e curtir os momentos de lazer. “Tem gente do mundo todo na escola”, diz o estudante, sobre a facilidade em se relacionar com os novos colegas.
Mas difícil é, em apenas dois meses, conhecer tanta coisa interessante. A Inglaterra, e especialmente Londres, está entre os destinos mais comuns dos viajantes. Suas cidades atraentes, cheias de pequenas pousadas, típicas tavernas, suas paisagens rurais, fazendas e mansões, a costa, os penhascos, as praias tranquilas e as cidades sedes das famosas universidades, como Oxford e Cambridge, garantem a popularidade do destino no setor turístico.
Além de Cambridge e Londres, Hugo conheceu também Oxford, Ely, Stonehenge e Bath - esta última apontada por ele como uma das mais belas e históricas. Trata-se de uma cidade do sudoeste da Inglaterra conhecida pelos seus banhos termais que provêm de três nascentes e por suas águas com propriedades consideradas curativas por muitos. “Bath é famosa pelas águas quentes e por ser um local da Roma Antiga. A cidade era um balneário romano, mas hoje não é permitido entrar nem tocar nas águas das termas, pois elas podem estar contaminadas”, afirmou.
Mas o que mais surpreendeu o estudante no roteiro foram as características de Londres. “É que a cidade consegue ter as características de cidade grande e, ao mesmo, ser limpa, organizada, fácil de se locomover. Você encontra tudo o que quer e com facilidade. Eu, que nunca tinha viajado sozinho, encarei quase uma semana em Londres apenas com os meus amigos e a gente se virou muito bem. Pegávamos metrô, ônibus e não tivemos nenhum problema”.
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Onde o turista não pode deixar de ir em Londres? Hugo é direto: “Palácio de Buckingham, o Big Ben, o parlamento inglês, a London Eye (roda gigante de onde se vê toda a cidade), e andar de double decker bus, os famosos ônibus de dois andares”.
Toda a viagem teve o custo médio de R$ 20 mil, investimento, segundo Hugo, pequeno perto do conhecimento e satisfação trazidos na bagagem. “Pretendo voltar o quanto antes. Além de poder sair (para a balada), já que desta vez serei maior de idade, quero voltar para fazer alguma especialização na minha carreira”.
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