Falar de fé é sempre bom, mesmo estatisticamente. Mas deveríamos nos conscientizar que denominações não são importantes. O que importa mesmo é a prática. Qualquer religião que sigamos, desde que seja com convicção, é altamente positiva para o nosso diário viver. A fé, independentemente da doutrina com que se professa, ensina-nos a dar um passo de cada vez e acreditar que podemos vencer todos os percalços resguardados por uma energia capaz de nos amparar em todos os momentos. A fé é para ser experimentada, vivida. Cura, salva, promove a paz, mas também a guerra. O importante é que desencadeia inquietudes íntimas e traz mudanças radicais para nossa vida. Vale a pena viver a fé, sentir no coração a mística de um Francisco de Assis e fazer resplandecer a força do espírito e a beleza do amor.
Rosa Santa Batista
Conselheira deste jornal -Franca - SP
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