Justiça manda Estado reforçar polícia em Patrocínio e Itirapuã


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REFORÇO NO EFETIVO - Imagem de arquivo mostra delegacia de Patrocínio Paulista; Tribunal de Justiça de São Paulo quer que cidade tenha mais policiais civis e militares
REFORÇO NO EFETIVO - Imagem de arquivo mostra delegacia de Patrocínio Paulista; Tribunal de Justiça de São Paulo quer que cidade tenha mais policiais civis e militares
A SSP (Secretaria de Segurança Pública), Delegacia Seccional de Franca e o 15º Batalhão da PM de Franca, por determinação do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, têm até 21 de julho para aumentar os efetivos das Polícias Civil e Militar de Patrocínio Paulista e Itirapuã. Após esta data, caso a determinação judicial não seja cumprida, o Estado estará sujeito a multa diária de R$ 5 mil. A decisão se refere a uma ação civil pública impetrada pelo Ministério Público de Patrocínio Paulista em 2007. Com base em uma resolução da própria SSP, a promotoria indicou que as duas cidades tenham número de agentes policiais civis e militares suficientes para que os serviços transcorram de maneira eficiente e permanente. A resolução, no caso da Polícia Civil, classificou todas as delegacias e distritos policiais do Estado em classes e previu para cada uma delas o número ideal de funcionários. Patrocínio, por exemplo, classificada como terceira classe, deveria ter um delegado, cinco escrivães, seis investigadores, um carcereiro e um agente policial. Hoje, além do delegado, há na cidade dois escrivães, dois investigadores e um agente policial. Oito policiais aquém do ideal. O delegado seccional Maury de Camargo Segui disse ontem que só se manifestará sobre a decisão judicial após ser citado. O comando da PM de Franca deve se manifestar somente hoje. Ninguém foi encontrado no Ministério Público de Patrocínio para repercutir a decisão.

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