Redigir um texto de forma coerente, sem erros de concordância e com conexão apropriada de ideias é requisito básico em um processo seletivo, independentemente de sua natureza. Não adianta acumular conhecimentos em diversas áreas se o candidato não consegue ordenar seu raciocínio no papel.
Em sua 11ª semana de circulação em Franca, a coleção Concursos Públicos - O Passo Decisivo Para sua Aprovação traz um módulo especial de redação, elaborado pelo professor Jonas Rodrigo Gonçalves. O autor é mestrando em Ciência Política pelo Centro Universitário Unieuro (DF) e especialista em Letras pela PUC Campinas. Além disso, Jonas faz parte do grupo de elaboração das provas do Cespe e leciona em cursos preparatórios.
No livro, o estudante tem uma sequência de lições e conceitos que o auxiliarão a aprimorar o poder de argumentação e aplicar os recursos linguísticos em diferentes contextos. Na primeira parte da apostila, Gonçalves apresenta os espelhos de correção das principais provas do País, tais como Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), UnB (Universidade de Brasília) e Cespe.
Segundo a professora Carla Cristina Bastianini Neroni, que leciona redação no curso preparatório Márcio Cunha, no Colégio Alto Padrão e no Sistema de Ensino Criar, não são todos os concursos que pedem essa habilidade, mas ela é fundamental. A parte argumentativa pode chegar a valer metade da pontuação total da prova. Além disso esperam que o candidato tenha opinião formada sobre temas relevantes à instituição. “Como exemplo temos a recente prova da Anatel. Dentre as três propostas de redação, havia uma sobre telemarketing. É ali que a empresa vai ver se o concorrente tem o perfil buscado”, afirma Carla.
Sucesso em Franca, a coleção Concursos está chegando ao fim. Quem ainda não comprou a sua e for assinante do Comércio pode adquirir os 12 volumes pelo preço especial de R$ 54 até a próxima semana. Nas bancas o exemplar avulso custa R$ 5,20, na compra da edição de domingo do Comércio.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.