Considerações


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De uma coisa todos nós temos certeza: se o causador do acidente fosse negro, pobre, dirigisse uma Brasília velha, com um litro de pinga no interior do veículo, aí sim a Justiça tomaria as devidas “providências cabíveis” em tempo hábil e recorde. Tenho dúvida se está havendo corporativismo, menos pelo fato dele cursar o 2º ano de Direito, mais pelo fato de ser um classe média... (Leia a matéria que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=41323). Paulo César Barbosa de Souza Franca - SP ***** Isso soa como descaso aos mais comezinhos direitos da pessoa humana. Depois de arrancar a bomba de combustíveis, atropelar violentamente o frentista e ainda acelerar o veículo com o único objetivo de fugir do local, o condutor ainda não sofreu nenhuma punição por parte das autoridades judiciárias. Tudo foi gravado pelas câmeras do posto de combustível e as cenas vistas nos quatro cantos do mundo. Todas as imagens do acidente, depoimentos de testemunhas, ferimentos que provocaram sequelas no frentista Carlos Alaetes e seis frascos de lança-perfume encontrados dentro do carro não são suficientes para processar e condenar Caio Lambert? De que mais a Justiça precisa, neste caso, para fazer cumprir a lei? O exemplo deve vir de cima, ou será que estou falando alguma bobagem? José Umberto Viscondi Franca - SP ***** O estudante tem que ser responsabilizado pelos seus atos, sim. Se a família, a Justiça e quem quer que seja passarem a mão na cabeça deste cidadão irresponsável é bem capaz de num futuro próximo ele cometer outros atos de maldade contra outras pessoas, como fez ao frentista, e continuar agindo como se nada tivesse acontecido. Vai ver ele foi criado para ser um advogado que pensa que pode tudo contra todos e que nada lhe acontecerá. Ele tem que pagar pelo ato que cometeu, sim! Sérgio José Leite Franca - SP ***** Na minha opinião, esse garoto está com a consciência pesada. Sabe de tudo o que fez e está com vergonha de colocar a cara (sic) para bater! Eu acho isso um absurdo. Nós temos que pagar pelos nossos erros, dar satisfação para a sociedade, não achar que o que se faz de errado está certo. Não sou Deus para julgar ninguém, mas acho que as pessoas precisam se responsabilizar pelo que fazem. Será que ele coloca a cabeça no travesseiro e dorme a noite toda? Tinha, pelo menos, que pedir perdão pelo que causou. O que é pior é saber que há pais que acobertam os filhos. Kelly Cristina da Silva Franca - SP

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