É preciso rever posições diante da crise, mas sem a perda de direitos trabalhistas! “Vamos demitir” não é o único recurso para a “salvação” da empresa! É preciso pedir aos empresários francanos para que lutem por seus funcionários, arregacem as mangas, procurem alternativas, ajudem a mudar a idéia que, em toda crise quem paga o maior preço é o trabalhador!
Na hora da crise poucos se lembram dos que sempre estão ali, no piso das fábricas, garantindo o sustento dos donos, os carros importados, o rancho, a mansão. Não que não mereçam. Empresários e sindicato devem lutar pelos trabalhadores francanos, pois são eles a alavanca que move esta cidade. Façam por eles aquilo que sempre fizeram por vocês. Ser francano é ser acima de tudo um lutador, que levanta cedo, luta por seu trabalho, traz o sustento ao seu lar e “sobrevive” sempre às dificuldades impostas! Os sapateiros são a fatia decisiva de nossa sociedade, mesmo sem reconhecimento!
Carlos Ivan
Franca - SP
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Sou contra o banco de horas. É apenas mais uma maneira de explorar a classe. Humilhar seria a palavra mais correta. Trata-se de lei inventada por um ex-presidente que apoiava os empresários e não podia valer mais hoje. Porque eles não aplicam estas leis nos plenários? Queria ver se eles aprovam um lei dessas para eles próprios, ao invés de aumentarem os próprios salários em valores superfaturados...
Leonardo Cândido Barbosa
Franca - SP
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