Paulo Afonso diz que banco é ‘balela’ de empresários


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Não há, no momento, a mínima possibilidade de o Sindicato dos Sapateiros discutir a implantação do banco de horas para os empregados da indústria calçadista. Mesmo com o Sindicato da Indústria de Franca dizendo que se o banco de horas não for implantado haverá ainda mais demissões no setor. O presidente da entidade, Paulo Afonso Ribeiro, afirmou que a categoria é contrária ao sistema e que o banco desregulamenta a jornada de trabalho. “Ele (o empregado) deixaria de ter jornada fixa, em que pode assumir os compromissos sociais que quiser, e passaria a ficar à disposição da empresa”, analisa. Questionado sobre a manutenção dos postos de trabalho no momento de crise, o sindicalista também é enfático e não volta atrás. “Esse negócio de que banco de hora mantém emprego é balela. É conversa de empresário para convencer população de que somos intransigentes. Isso não resolve o problema do setor”, disse Ribeiro.

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