E o hino?


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Momento saia-justa foi vivido na mesma sessão pela Presidência da Casa. Com a visita do empresário Saulo Pucci Bueno, um dos diretores da Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), os vereadores decidiram fazer uma “média” e mandaram tocar o Hino Nacional. O responsável pelo som, José Carlos Granzotti, não tinha em mãos o CD ou a gravação com a melodia. Ficou aquele clima de “e agora?”. Marcelo Mambrini (PMN), acostumado a cantar o hino por sua formação militar, não pensou duas vezes e o entoou à capela. Os demais, meio sem jeito, tentaram acompanhar. Totalmente sem ritmo. E sem graça.

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