No Teatro Municipal quase lotado, ao fim da apresentação, dezenas de flashes espocaram de pequenas máquinas fotográficas empunhadas por mães, irmãs e tias dos 35 músicos. A cena seria engraçada se não fosse comovente o orgulho com o qual acenavam e apontavam para os rapazes e moças em cima do palco em meio a gritinhos como: “Aquela ali é minha filha”, “Ele é meu irmão, mas é como se eu fosse mãe dele.”
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