Descobri que para entender de charuto é necessário um curso preparatório em alguma universidade cubana. Estou exagerando, obviamente, mas quem pensa que é apenas acender e dar umas baforadas está muito enganado, pois tem todo um ritual. Ainda bem que o empresário Carlos Brigagão foi extremamente compreensívo e me deu uma aula sobre a iguaria. Primeira lição: nunca fale “fumar um charuto” (como eu fazia). Charuto não se fuma, charuto se degusta. E também não se traga - se isso acontecer, é como acordar depois de tomar uma garrafa de uísque paraguaio dos mais chinfrins, a cabeça pesa. Aguarde as próximas lições...
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