A coluna teve acesso a um documento confidencial da época da aprovação da homenagem, a biografia do mesmo, escrita pelos então vereadores Ulisses Minicuci, Evaldo Oliveira e Gilmar Dominici após investigarem a vida de Zé, que foi anexada ao projeto. Os três não conseguiram descobrir uma coisa. O texto diz: “nosso homenageado não quis revelar a origem do curioso e carinhoso apelido Zé Moleque, que prometeu contar só na próxima oportunidade. Quem sabe na solenidade de sua justa e merecida homenagem?”. Sendo assim, pode-se supor que Zé quis esperar essa cobrança cair no esquecimento para receber o título. Mas agora que este colunista historiador desenterrou o fato, Zé tem duas saídas: ou conta o porquê do apelido no dia 29, ou enrola mais 12 anos para receber a homenagem
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