Zé Brasil


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Ontem rolou a festa Zé Brasil, algo completamente diferente das baladinhas comuns que geralmente vemos por aí. Os artistas principais, Funk Como le Gusta, faziam música ao vivo mesmo, sem samplear nem “eletronicar” nada. Eram trompetes, trombones, instrumentos de percussão e vocais fazendo músicas que, hora lembravam a trilha sonora de filmes americanos da década de 70, hora remetiam aos legendários cassinos de Havana, uma coisa meio Buena Vista Social Club. Fantástico. Houve ainda apresentação de grupos teatrais, circenses, baterias de samba e muito mais. Havia também a chamada “Tenda Alternativa”, que de alternativa não tinha nada, pelo contrário, era onde rolava o “puts puts” que se vê em qualquer baladinha. Todo o resto da festa é que era alternativa. Olhando por esse lado, ser comercial e batido em um ambiente alternativo, é de certo modo ser alternativo.

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