É questão de educação. Moro no Jardim Ângela Rosa. Na minha rua, poucos têm consciência sobre reciclagem de lixo. (Leia a matéria que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=53472).
Antônio Carlos Mengel Silva
Franca - SP
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Li a matéria onde reclamam que o povo não colabora com a coleta de lixo reciclável. Fico pensando se somos nós que não demonstramos interesse ou é a empresa que faz a coleta. Durante toda a semana e eu todos os moradores teríamos que ter à disposição, enorme reservatório de lixo em casa para esperar a próxima coleta. Os catadores de lixo reciclável, no entanto, passam todos os dias no bairro e levam o que encontram para vender e se sustentar. Coleta existe mas não funciona a contento. O povo faz, então, a vez do serviço público. É só andar nos bairros e conferir.
Valdir Antoniette
Franca - SP
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Cresce a oferta de emprego e os catadores de recicláveis vão acabando. É hora das autoridades criarem leis para melhorar a situação deles. Se o preço dos recicláveis aumentar, poderíamos mantê-los nesse serviço. A cidade ficaria mais limpa. Quem sabe a Prefeitura aja para organizá-los, oferecendo uma cesta básica, transporte e, quem sabe, um registro?
Leonardo Cândido Barbosa
Franca - SP
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É um grande problema. Lembro-me de uma associação que retirava os recicláveis e panfletava, com orientações. De repente, sumiram todos. Parece-me que uma parte do dinheiro arrecadado era dividido entre os “catadores” mas, por usarem máquinas da igreja, acabavam ficando no prejuízo. A Prefeitura catava a maior parte do lixo com caminhões e, no frigir dos ovos, sobrava só a gordurinha para eles. Pergunto: para quem vai, hoje, o dinheiro da reciclagem? Será que o motivo da reclamação é a queda de ganho? Será que aqueles que andam pela cidade hoje, com carriolas, colhendo o que possível e vendendo aos ferros-velhos, conseguem sobreviver? Registro meu apoio incondicional a essas sofredoras pessoas.
Walter Mussati Filho
Franca - SP
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É fato que a educação é parte importante na conscientização da população, mas as pessoas precisam praticar. Desde 2004 separo o lixo de casa. O volume do reciclável é tão grande quanto o do orgânico. A coleta seletiva é feita somente em um dia, enquanto a do orgânico, 3 vezes. Essa diferença já é um estímulo à não separação. O aumento no número de coleta seletiva deve ser aumentado. Caso contrário, deveriam instalar lixeiras em pontos estratégicos.
Ricardo Barichello Neto
Franca - SP
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