Embora não tenha nenhuma relação com o projeto preparado pela administração, também já se encontra sobre a mesa do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) um documento encaminhado pelo Condephat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Turístico do Município de Franca) e que pede o tombamento da fechada, da capela central e de dez túmulos do Cemitério da Saudade.
O pedido foi protocolado pelos conselheiros em dezembro do ano passado com o objetivo de preservar as construções artísticas revestidas de significados históricos. Fazem parte da relação os túmulos do Barão da Franca, Sabino Loureiro, Cavaleiro Petráglia, dos voluntários da Franca e de Maria Conceição de Barros e o da Alma Milagrosa. Estes dois últimos, por causa dos supostos milagres realizados. “O Cemitério da Saudade é uma verdadeira aula de História. Muitos túmulos foram construídos com mármore importado da Itália. São obras de arte que precisam ser preservadas”, comentou Graziela Alves Corrêa, diretora do Arquivo Histórico Municipal e presidente do Condephat.
Caso o tombamento seja decretado, qualquer tipo de ação na fachada, na capela e nos túmulos, como reforma e construção de gavetas, dependerá de uma autorização do Conselho.
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