“Fui seguida”


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Quem mora na região do “piscinão” sabe o quanto é difícil conviver com aqueles marginalizados (...). Acho que a Igreja e os órgãos competentes deveriam ensiná-los a pescar e deixarem de dar o peixe, como sempre vem acontecendo. Ofereçam trabalho e moradia a eles. Fui seguida por um morador dali e sei que se não entrasse no carro de meu marido, (poderia ter acontecido alguma coisa). Lamento a situação deles, mas quem sofre são as pessoas que vivem ou precisam passar por aquele local. Ana Luiza Franca - SP ***** Pelo menos a autoridade eclesiástica se manifestou. Quando se está no fundo do poço não dá para sair sem ajuda. No entanto, desconfio muito dos pedidos de ajuda que os “moradores” estão fazendo, já que não batalharam pela ajuda. Falo com conhecimento de causa. Cansei de correr atrás de quem não queria ser ajudado. Rosa Franca - SP ***** Parece que a Igreja não ficará omissa.‘Bem aventurados os que tem sede e fome de justiça...’. Obrigado Pedro, pelo exemplo!!! Fernando Franca - SP ***** Além de serem açoitadas pelas circunstâncias da vida e duramente relegadas à própria sortes, essas pessoas que se dizem agredidas merecem a compaixão de todos nós e a nossa ajuda urgente. Vou fazer a minha parte. Abaixo o cassetete da opressão! Carlos de Assumpção Júnior Franca - SP

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