Rotina de resultados interfere no dia a dia


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<b>MÃE E TORCEDORA</b> - Juliana Probst recebe dos braços de sua mãe Sueli, a filha Laís, de quatro meses, enquanto não tira os olhos da quadra do Póli
MÃE E TORCEDORA - Juliana Probst recebe dos braços de sua mãe Sueli, a filha Laís, de quatro meses, enquanto não tira os olhos da quadra do Póli

Viver de ganhar e perder é constância para os atletas. Por isso existe muita pressão, e de todos os lados. Do torcedor, do dirigente, do treinador, de si próprio, e é claro, da mulher e até dos filhos. "O fato de o time às vezes perder, normalmente interfere no ambiente familiar. Mesmo porque o Helinho é ser humano, sente-se chateado com as derrotas e feliz com as conquistas. Mas mesmo chateado ele consegue ser doce", descreveu Cristiane Garcia sobre o perfil do marido. Ela ainda fica conhecendo o humor do sogro, o técnico do Vivo/Franca, Hélio Rubens Garcia. A equipe de quatro esposas entrevistadas no último jogo do Vivo/Franca realizado no Póli (vitória sobre o São José por 91 a 75, dia 9) disse que existe uma convivência muito boa entre elas. Letícia, que poderia até ser chamada de "capitã" desse time, fez a função de trazer para perto do grupo a mulher do armador Tony, Britney. "Como falo inglês, sempre nos comunicamos" afirmou. A capitã Letícia frisou a importância do "jogo em equipe" entre elas. "A cooperação de nós todas e a compreensão dos trabalhos dos nossos maridos, faz com que a amizade entre a Juliana (mulher de Probst), a Cristiane (de Helinho) e a Britney (de Tony) seja muito grande".

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