Em debate


| Tempo de leitura: 4 min
Matéria brilhante, sensível, ponderada e sem julgamento. É triste saber que um prédio que poderia ser bela paisagem para a cidade ganhou outro rumo. Ao ler fiquei pensando: será que as autoridades estão mesmo ajudando? Não seria mais louvável se fizessem um trabalho social e psicológico para mostrar aos moradores que a vida é muito mais que esse prédio abandonado? É bom saber que podemos contar com este Comércio, que vai além, busca a verdade e a mostra sem pudores e sem julgamentos. Estou certa que o intuito do que li é chamar a atenção das autoridades para que tomem providências. Também, e por que não, mostrar à população que todos podem ser úteis quando ajudam os menos favorecidos. (Leia Vidas Descartáveis em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=53209&materia=Vidas%20 descartáveis) Ana Célia de Freitas Franca - SP ***** Parabenizo quem produziu a matéria. Emocionei-me muito. Passo muitas vezes pelo local mas que nunca presto atenção ao caos que aquele prédio abandonado se encontra. Não culpo aquelas pessoas pela vida que levam. Não sou ninguém para julgar mas, como um dos entrevistados disse, "não bebia, era trabalhador, foi abandonado pela esposa e pelos filhos". O que pode esperar da vida alguém nesta situação? Espero que os leitores pensem nisso. Julgar alguém é fácil. Difícil é arregaçar as mangas e querer construir um mundo melhor... Liliane aparecida Santos Franca - SP ***** Considero os que assinaram a matéria, gente de muita coragem. Espero que seus intuitos sejam sinceros. Afinal, o meio jornalístico vende muito sensacionalismo. Quanto às pessoas que se refugiam naquele lugar tão impróprio para a sobrevivência humana, acredito que devam ser respeitadas como gente. Poderíamos julgá-las apenas depois de conhecer a história de cada uma. Merecem ser tratadas como qualquer outra pessoas que amamos. Temos que dar a elas o direito de serem pessoas! Aparecido Dias de Sá Franca - SP ***** Parabéns. Matéria de primeira, de capa, de Esso. Prestação de serviço. A vocês, uma frase resume tudo: `a sociedade é maior do que o mercado. O leitor não é consumidor, mas cidadão. Jornalismo é serviço público, não espetáculo` (Alberto Dines). Para a leitora Taís Cristina, alienada e indiferente que se manifestou na seção Cartas deste Comércio (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php? id=53208), outra frase: `O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade` (Oscar Wilde). Alessandro Macedo Franca - SP ***** Acho absurda a argumentação das autoridades, um tentando jogar o problema para o outro quando todos deveriam olhar com um pouco mais de humanidade e respeito. Escondem-se atrás das leis e parece que pouco se importam se os moradores estão mortos ou vivos. Particularmente, nem desconfiava que tinha pessoas ali. Fiquei muito chocado. Parabéns ao Comércio pela matéria. Que as autoridades, a partir da reportagem, revelem compaixão e competência. Tiago José Franca - SP ***** Os doentes – assim me refiro a dependentes de álcool e drogas – precisam de apoio e carinho, mas infelizmente a maioria os considera vândalos e vagabundos. E não é verdade. Tive um irmão e uma cunhada que moraram comigo até morrerem corroídos pelo álcool. Tratava-os severamente quando necessário, mas lhes dava carinho quando a ocasião era propicia. Atualmente cuido, da mesma forma, de dois familiares viciados em crack. Dou carinho e sou severo quando é necessário mas posso afirmar que estas pessoas precisam de apoio, amor e compreensão. Pena que sou desprovido de bens e dinheiro. Se tivesse, daria a eles a condição de viverem como gente, como seres humanos. Antes de qualquer coisa, são filhos de Deus. José Carlos Franca - SP ***** Parabéns pela reportagem mas, na minha opinião, o lugar pode ser um buraco fétido e, ainda assim, é um lugar para ficarem. Se quisessem poderiam mantê-lo limpo e em condições de moradia. Minha avó sempre dizia: "pobreza Deus deixou, porquice não". Legal o pessoal que ajuda. O problema é que quanto mais ajuda tiverem, menos agradecimento. Não estão fazendo a parte deles. Não devemos agir somente pelo coração e emoção. Temos também que ir (sic) pela razão. Regina Célia Franca - SP ***** Parabéns o Comércio, que bravamente divulga esta causa, prestando um serviço de informação não só sobre situação do estado deplorável em que vivem estas pessoas mas também, de como a população francana está desprovida de autoridades "humanas". O mínimo a ser feito é ouvir esses irmãos e seus anseios. Eliana Aparecida P. Santos Franca - SP

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários