"Fragmentos da realidade"


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Parabéns a Irinéa Donizete, Joelma Ospedal e Dirceu Garcia. Trata-se de matéria jornalística de primeira linha. Fiquei emocionado ao ler. Vidas são vidas, não importa se invisíveis ou bem visíveis (leia a matéria que deu origem aos comentários em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=53157). Ângelo (de Ângelo e Desirê) Franca - SP ***** Parabéns por "Vidas invisíveis". Ao mesmo tempo, poético e realista. Joel Garcia Franca - SP ***** Excelente matéria! Nos faz pensar em como a vida pode ser levada de maneiras diferentes... Marina Gersanti Franca - SP ***** A cantora Sandy, à época da tragédia no Haiti, fez um comentário no Twitter e foi severamente criticada, mas, quem leu, percebeu que o texto que continha um fundo de verdade, exatamente a verdade que a maioria prefere ignorar: o ser humano se emociona com as tragédias alheias, principalmente tragédias que a mídia mostra repetidamente, exaustivamente; e uma tragédia só é superada até que venha outra pior. A tragédia de Angra dos Reis foi esquecida assim que aconteceu a do Haiti, e ninguém mais fala em Angra. Todos se mobilizam para ajudar e isso é louvável. Consegue-se, juntando daqui e dali, expressiva ajuda. Fico pensando: se somos capazes de juntos, fazer diferença, por que não somos capazes de ajudar quem vive tão próximo de nós? Pessoas existem, aos montes, bem próximas, mas preferimos não enxergar porque é muito fácil culpar os governantes pelas mazelas alheias. Fomos fomos capazes de ajudar gente em Santa Catarina e no Haiti. Por que não fazemos algo pelas pessoas retratadas na matéria, que vivem como ratos? Porque escolheram viver assim? Talvez. Mas o que deve ter acontecido com eles, para chegarem a tal decisão? Ana Maria Matos de Andrade Pedregulho - SP ***** Quero parabenizar o Comércio por "Vidas Invisíveis". Se o papel do jornalismo é reportar fragmentos da realidade e dar-lhes amplitude, as páginas A-4 e A-5 da edição desta quinta-feira, 11 de fevereiro, documentam que, felizmente, sobrevive em Franca um conceito de jornalismo que vai além dos interesses intrínsecos à sua manutenção enquanto empresa de comunicação. A matéria comprova o entendimento deste jornal sobre sua responsabilidade como agente social, agente de "visibilidade" das realidades esquecidas e desprezadas em nosso cotidiano. Parabéns aos editores e repórteres por buscarem, diariamente, manter vivo um jornalismo sério. Toda a sociedade ganha com isso. Dagner Marangoni Franca - SP ***** Matéria de primeira, com muita sensibilidade. Relata dificuldade e sofrimento mas não podemos deixar de ver quantas pessoas boas surgem de onde menos se espera para ajudar mesmo quem não pede por ajuda, mas espera por ela. Antônio Marcus Batista Franca - SP ***** Da maneira como é colocado, parece que essas pessoas são pobres coitados. Não é bem assim. Eles escolheram essa vida e não fazem força para sair dela. No entanto, acho que o pior aspecto seja o fato de incomodarem e mesmo intimidarem os moradores da região do local onde vivem. Já não ando à pé em meu próprio bairro. Pior, me sinto desconfortável de ir aos pontos comerciais que existem na região do `piscinão` porque sou frequentemente abordada por esses indivíduos, que nunca sabemos se estão drogados e se podem nos atacar. Quanto ao dono da construtora, ele tem feito muito pouco. Tem um prédio abandonado na Rua do Comércio, que não tem moradores de rua. Não tem porque lá foi feito um muro altíssimo, com arame farpado por cima. Porque não se constrói algo igual, para fechar adequadamente o espaço do "piscinão"? Também a praça ao lado do `piscinão` é um problema. Lá existe uma mina d`água que usam como banheiro. A prefeitura podia interditar o acesso à mina, até porque dizem que a água não serve para consumo humano. O que nós moradores e comerciantes desta área queremos é um pouco mais de atenção do Poder Público, inclusive da polícia, para podermos exercer nosso direito de ir e vir, sem medo. Fica o desabafo! Taís Cristina Franca - SP ***** Isso mesmo, Taís. Chame a polícia, a prefeitura... Que o Poder Público tome alguma providência! Que tal uma `limpeza social` na região? Ou uma operação para afastar da vista essas indesejáveis criaturas que tanto incomodam cidadãos pagadores de impostos? Pena que mesmo uma reportagem que busca lançar um outro olhar sobre a questão da marginalização social - mais humano e sensível - um trabalho fundado em estética e ética muito bem realizado acabe por suscitar comentários que, no mínimo, não acrescentam nada. De qualquer modo, fica a dica aos comerciantes da região`: um bom negócio pode ser a venda de bolhas de vidro, ideais para garantir o conforto de certos moradores que desejam unicamente seguir com sua `estimulante` rotina diária sem terem que se preocupar em tomar conhecimento da realidade ao seu redor... Daniela Franca - SP

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