Em minha época tínhamos Educação Moral e Civica, através da qual aprendiamos sobre deveres, o que era moral e cidadania. Tínhamos amor à Pátria. Íamos à sala de aula em fila, cantávamos o hino ... Perguntem a alguém da atual geração se sabe o que significa moral e civismo. Garanto que nada! Os pais de hoje não conseguem incutir nada na vida de seus filhos, porque eles próprios já não sabem o que cidadania representa. Hoje, se o professor falar mais alto com aluno, apanha em sala de aula. E os pais apoiam! É tudo um grande absurdo. Em minha época, desrespeito ao mestre era caso para apanhar em casa. Não tinha conversa. É fácil deixar o problema para a policia resolver nas ruas e depois dizer que os órgãos de segurança não fazem nada. Imaginem agressões contra viaturas da polícia em outros tempos. Hoje, as pessoas acham que a viatura estava em lugar errado! Tornou-se normal o jovem fumar maconha na rua, na frente de qualquer pessoa. Sabem por que fazem isto? Porque a sociedade os considera doentes. Não há penalidades! Há que se criar leis mais severas ao invés de abrandar e os pais teem que educar seus filhos em casa! O jovem de hoje tem acesso a uma moto antes mesmo de tirar habilitação e muitas das vezes os pais é que fazem isso para eles! Se a policia pega, está errada! Temos que parar com essa inversão de valores, antes que seja tarde.
Flávio
Franca - SP
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Se só agora irá agir com rigor, a Polícia Militar está de brincadeira. Já era para estar agindo assim há muito tempo! Será que estão esperando que alguém morra na avenida, já que os delinquentes que se reúnem lá não permitem que ambulâncias ou o resgate dos bombeiros pasem com a rapidez necessária? Se falta viatura ou policial, isso não é problema da população! Pagamos nossos impostos. A PM que peça ao governador, condições para poder trabalhar.
Adailton
Franca - SP
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A situação de algazarra na Avenida Champagnat, com detalhes peculiares tais como a presença de menores consumindo substâncias que provocam psicodependência - de álcool até drogas ilícitas -, tem um viés que deve ser ponderado: a falta de ação contra quem fornece esses produtos e, portanto, quem sustenta a situação. É claro que aspectos como família, excesso de liberdade e falta de autoridade dos responsáveis são importantes nessa questão. Todavia, é preciso uma ação contundente junto aos comerciantes, óbvio, não só da região como também em toda a cidade. E de quem é o papel orientador e preventivo? Do Conselho Tutelar, conforme artigo 136, I do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente. Tenho absoluta certeza de que ao estreitar relações com as autoridades competentes (conselheiros visitando, instruindo e explicando), os comerciantes se sentiriam mais comprometidos. A quem demonstrasse resistência ou insensibilidade, reservar-se-ía o rigor da lei, já que o mesmo ECA determina que os casos de descumprimento de determinação do Conselho Tutelar devem ser encaminhados ao Ministério Público e ao Judiciário. Essa é uma ação a ser praticada pelos atuais conselheiros e assumida como missão pelos futuros, que vamos eleger neste primeiro semestre para tomarem possem em julho de 2010. Sempre defendi que, além dos plantões de atendimento de casos, os conselheiros tutelares devem ir para a rua, ajudar na orientação da comunidade, pois para isso estão preparados. Conselho Tutelar é poder moderador, instituido por lei federal.
José Roberto Chagas
Franca - SP
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Como cidadão, dou meu voto de confiança à Policia Militar. Esperamos, eu e vizinhança, que o aparato do Estado entre em ação e dê um basta nessa espécie de distúrbio social que acomete nosso bairro, onde tentamos – ainda civilizadamente – viver e cuidar de nossas famílias. O direito de ir e vir dessa gente terminou desde o instante em que começou o abuso das liberdades – leia-se sexo, drogas e violência. Cumprimento a repórter deste Comércio, Nelise Luques, pelo texto (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/ materia.php?id=52751)
Ricardo Gallo
Franca - SP
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Quando abri Comércio e li `Sexta-feira é de tumulto na Champagnat` pensei: `que outra opção a cidade oferece para os jovens ou para nós que não somos tão jovens?`. Franca é uma cidade de poucas opções de lazer. E dizer "poucas", é ser muito otimista. Se saímos, faltamente deve ser para comer ou beber. Não Não temos entretenimento, clubes de dança, centros culturais, teatros diversificados, cinemas alternativos, centros temáticos, bibliotecas. Um amigo comentou que se considerarmos a falta de lazer nas cidades de pequeno e médio porte, os jovens optam por namorar cada vez mais cedo e se casarem. Nos grandes centros isso não é tão comum. O dono do comentário mora no Rio de Janeiro, viaja muito e estuda as relações sociais. Minha intenção é provocar aqueles que criticam por criticar; não promovem ações. Não creio que conseguiremos ajudar a melhorar nada, só criticando, mesmo entendendo que é através do incômodo e da pressão que agimos, que pensamos, que nos movimentamos para fazer diferente. Tirando os jovens da Avenida Champagnat eles encontrarão outros locais. Na minha época íamos para a Praça Barão. Pode ser que o caminho seja investigar as causas, pensar mais e melhor na infância, na adolescência, nas relações familiares e na trama complexa das relações. Dá trabalho e exige mudança de atitude, de pensamento, vontade política, união de esforços e interesses. Nos dias de hoje e para os cidadãos de boa vontade querer não é só poder, é preparar-se.
Lígia Gonçalves
Orientadora vocacional - Franca - SP
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