Recanto Elimar III é sinônimo de terra e muitos problemas


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<b>LAMACEIRO</b> - A chuva é um dos agravantes da situação que vivem os moradores do Recanto Elimar III. Sem asfalto, eles sofrem com o surgimento de buracos e barro
<b>LAMACEIRO</b> - A chuva é um dos agravantes da situação que vivem os moradores do Recanto Elimar III. Sem asfalto, eles sofrem com o surgimento de buracos e barro
Sem asfalto, terrenos com mato alto e proliferação de insetos. Os moradores do Jardim Recanto Elimar III têm se sentido abandonados. Se não bastassem os problemas que eles enfrentam diariamente, a cada chuva eles sofrem com o surgimento de buracos e lama, que os impedem de entrar e sair de casa com seus veículos. A Prefeitura alega que a única solução é a pavimentação, mas para isso é necessária a adesão mínima de 70% dos moradores. Até o momento, somente 21% dos que residem nos 296 lotes do bairro aceitaram pagar. Nos dias em que chove, as ruas ficam intransitáveis. Conviver com a lama e a sujeira não tem sido fácil para a dona de casa Flávia de Freitas, que mora na Rua Alírio Silveiro Nogueira. “Do jeito que vocês estão vendo hoje está até melhor, porque na semana passada o buraco com água da chuva era bem maior, capaz até de afogar uma criança”, disse. Com ruas encharcadas e escorregadias, muitos tiveram seus carros atolados na lama acumulada. “Cheguei a rodar o carro para tentar sair de casa, a situação ficou terrível”, disse Flávia. Apesar de já ter feito adesão à pavimentação (pagará dezoito parcelas de R$ 130), a moradora terá de aguardar os demais vizinhos para ter o problema de asfalto resolvido no bairro. “Tem algumas pessoas que acomodaram com essa situação e não querem aderir. Aí os que se comprometeram a pagar ainda sofrem”, disse. Em outra rua do bairro, na Fabiano de Pádua Gomes, a Prefeitura colocou pneus amarelos como alerta para interromper a passagem de veículos. “De tão ruim que está eles também jogaram pedras, mas ficou pior. Minha porta sempre está alagada. Se passa algum carro, corremos o risco de tomar ainda um banho de lama”, disse a sucateira Marina Aparecida dos Santos, que também aderiu ao asfalto e pagará trinta parcelas de R$ 120. O bancário Leandro André Silva também reclama da situação. Para ele, o problema só será resolvido depois da chegada do asfalto. “Os demais moradores têm que aderir. Mas também queremos um preço justo pela pavimentação. A Emdef aumentou de uns meses para cá o preço que havíamos combinado, aí fica cada vez mais difícil”, disse. <b>Saiba mais sobre o bairro</b>: <object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_yXa3ye4hZg&hl=pt_BR&fs=1&border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_yXa3ye4hZg&hl=pt_BR&fs=1&border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object>

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