Fábrica clandestina de defensivos agrícolas é fechada pela polícia


| Tempo de leitura: 1 min
<b>FALSIFICAÇÃO NO CAMPO</B>- Embalagens vazias de defensivos agrícolas seriam utilizadas para armazenar produto falsificado. Centenas de galões foram apreendidos na fábrica clandestina
<b>FALSIFICAÇÃO NO CAMPO</B>- Embalagens vazias de defensivos agrícolas seriam utilizadas para armazenar produto falsificado. Centenas de galões foram apreendidos na fábrica clandestina
A Polícia Militar de Miguelópolis estourou, ontem, uma indústria caseira de falsificação de defensivos agrícolas. No local, foram apreendidas centenas de embalagens vazias que seriam usadas para armazenar o veneno falso. A polícia também apreendeu embalagens contendo produtos originais. Há suspeita de que a quadrilha utilizaria o material para copiá-lo. Ninguém foi preso. A fábrica clandestina foi descoberta numa residência do Bairro Cerâmica. Após receber denúncias de que a casa seria apenas uma fachada para ocultar a falsificação de agrotóxicos, o sargento da Polícia Militar Paulo Roberto Nunes conseguiu mandado de busca e ,com apoio da Polícia Civil, foi para o local. Logo que os policiais entraram na residência, encontraram centenas de galões vazios, com diversas marcas de defensivos agrícolas, num dos cômodos. Dez policiais participaram da operação. O morador do imóvel, identificado como sendo o comerciante MCL, 34, não foi encontrado. Vizinhos disseram que ele estava viajando. Ainda durante a revista, embalagens com agrotóxicos, lacres e logomarcas de defensivos foram apreendidas. O delegado Paulo César Cervantes e sua equipe de investigadores ajudaram na operação. “Estamos investigando a quadrilha. Essa apreensão é um passo importante para chegarmos aos suspeitos. Apuramos que a quadrilha compra galões originais vazios e, a partir daí, falsifica o rótulo e o líquido”, disse o delegado. Esta é a quarta grande apreensão de agrotóxico falso na região em apenas dois anos.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários