A casa de Roberta Vanessa Silva Reche esteve movimentada desde domingo. Amigos que não a encontravam havia muito tempo, parentes e muitos desconhecidos seguiram para a Rua José Bevilaqua, no Jardim São Francisco, para levar uma palavra de conforto ou doar alimentos, fraldas e dinheiro para ela. Roberta, que tem apenas 27 anos, ficou paraplégica. No ano passado, descobriu um tumor de 16 centímetros na coluna quando estava grávida da segunda filha. Depois da cirurgia para retirar o tumor, perdeu o movimento das pernas. Roberta foi alvo de reportagem do Comércio na edição de domingo.
Muitos leitores se sensibilizaram com a história e decidiram ajudá-la. “Ganhei bastante coisa. Teve gente que me disse não ter condições financeiras de me ajudar, mas que poderia fazer faxina na minha casa ou ajudar a cuidar da minha bebê se eu precisar”, disse Roberta.
O deputado Gilson de Souza (DEM) conheceu a história de Roberta pelo jornal e pretende ajudá-la. Fez contatos em Brasília para conseguir uma consulta no Hospital Sarah Kubitschek. A resposta deve ser dada até o fim da semana.
Roberta estava grávida de sete meses quando descobriu o tumor na coluna. O médico orientou que antecipasse o parto. A criança nasceu de oito meses no dia 24 de julho de 2009. Treze dias depois, Roberta fez a operação para retirar o tumor e desde então depende da cadeiras de rodas e de fraldas. Apenas o marido dela trabalha. O casal tem passado dificuldades para sustentar a casa e os gastos com o tratamento da jovem. Os contatos de Roberta são (16) 9276-2426 ou 9291-7938.
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