Transferido para a APARE


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Estranho seria se o estudante que atropelou o frentista ficasse misturado a detentos comuns. Já era esperado que esse (...) inconsequente, (...) não ficasse em cela comum, mesmo não tendo concluído ainda, curso superior. Tudo é vergonhoso. Hoje, na APARE. Amanhã, com certeza, se tornará preso de corredor e logo, loguinho, seus advogados lhe conseguirão um habeas corpus para que possa responder em liberdade. É assim que tudo funciona neste nosso vergonhoso País quando alguém de posses é preso. Queria ver se fosse ao contrário, se tivesse sido este (...) a vítima. Provavelmente o coitado do frentista já teria sido até julgado pelo crime, pegando bons anos de detenção e sem direito a nada. Nada que um bom berço e sobrenome, com excelente situação financeira não possa resolver, mais uma vez!!! Karina Silva Franca - SP ***** Sou alheio ao caso, mas algumas observações de leitores sobre o caso merecem correção. Os benefícios concedidos não se compram. São medidas judiciais autorizadas pelo juiz competente. Em Direito, competência significa estar investido de jurisdição para o ato (por exemplo: um juiz do trabalho não decide nada em processo criminal). Portanto, leitores estão afirmando, sem provas, que há outros crimes sendo cometidos. Cuidado. Não façam comentários desnecessários e infundados. Vocês não serão diferentes daqueles que acreditam serem os errados e que merecem punição. E, por fim, não houve pena no processo pois ele ainda não foi julgado. Não se sabe se o indiciado é culpado ou não. O regime inicial de cumprimento da pena depende de muitos outros quesitos. Sugiro que leiam o Código Penal, o Código de Processo Penal e a Lei da Execuções Penais para melhor esclarecerem-se e evitarem cometer novamente tais deslizes. Daniel L. S. Franca - SP ***** Tenho que discordar do leitor Gabriel (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=52367). Vejamos: o cidadão arma-se de um carro e (...) imprime alta velocidade. Nesse momento julga-se o ser supremo. Todos são insignificantes perante seu poder, seu carro, suas posses financeiras, a velocidade que desenvolve. Imperam a falta de educação, a ausência de princípios sociais e de cidadania. A falta de moralidade toma conta. Adentra um posto de abastecimento de combustível, atropela um frentista, tenta acelerar o carro para fugir, frentista embaixo como se fosse apenas um verme; abalroa outro veículo e, por fim e covardemente, tenta deixar o local sem o carro. Não consegue. É preso e é solto porque a lei permite!!! Agora, o leitor alega que se exagera nas acusações, citando conhecimentos jurídicos? Francamente! São essas desculpas judiciais que estão ampliando a quantidade de gente sem humanidade e imbecilizada que anda por ai, vivendo apenas por viver. Queira o Todo Poderoso que casos assim nunca ocorram com você mas, se ocorrerem, gostaria muito de saber se sua opinião mudará. O que precisamos lutar para acabar neste País é a falta de moral, de civismo, de respeito à família e à sociedade. Que Deus proteja você e sua família de gente inconsequente. Pedro Raphael Sabbato Franca - SP

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