Em maio de 2007, após receber o relatório final da sindicância interna que apurou irregularidades nas licitações, o prefeito Sidnei Rocha (PSDB) demitiu o chefe da Copel, Caetano Perobelli. Como não era concursado, ele foi o único a deixar a administração. Funcionários de carreira, o então secretário Wilson Teixeira e o engenheiro Marco Franceschi foram afastados de suas funções, mas seguem na Prefeitura.
Wilson Teixeira está trabalhando na Prohab, empresa responsável pela política de construção de moradias populares da Prefeitura. Foi de seu gabinete que atendeu à reportagem por telefone. Com poucas palavras, disse que é inocente e que já tomou as providências necessárias. “O juiz aceitou, mas vamos recorrer. Estamos tranquilos, pois a perícia feita pela Justiça foi a nosso favor e mostrou que não teve superfaturamento. Isto é utopia. Eu sempre soube quem tinha razão. Vamos provar que não houve irregularidade”.
<b>Ouça a reportagem de Edson Arantes:</b>
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Marco Franceschi trabalha como engenheiro da Secretaria de Serviços. Ele disse que apenas seu advogado, Reginaldo Carvalho, poderia falar a respeito. “Nenhum dos acusados teve envolvimento. Isto é obra do Ministério Público, que sabe que não houve absolutamente nada. Uma ação civil pública que corre na 5ª Vara, sobre segredo de Justiça, tem laudos elaborados por peritos do Poder Judiciário, concluindo que não houve absolutamente nada de irregular. A ação é precipitada e vamos acionar o Estado por danos morais”, disse o defensor de Marco, José Darcy e Thaísa.
José Eduardo Corrêa não consta da lista de telefones e ninguém soube informar seu paradeiro. A reportagem tentou contato com Virginio Reis durante o dia, mas ele não atendeu ao telefone nem retornou os recados deixados em sua caixa postal.
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