O secretário de Estado da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira Filho, virá a Franca, hoje, e se reunirá com o prefeito Sidnei Rocha (PSDB). Durante o encontro, o representante do governo, que é um dos pré-candidatos do partido à sucessão estadual, deverá anunciar a liberação de verba no valor de R$ 1,5 milhão para obras de combate à enchentes na região do Posto Galo Branco. O valor está aquém dos R$ 8 milhões solicitados pela Prefeitura.
Natural de São José do Rio Preto, Aloysio foi deputado estadual por duas vezes e federal por três mandatos. Foi também ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, ministro da Justiça e vice-governador do Estado. Está na Casa Civil desde o começo da administração Serra. Ao lado de Geraldo Alckmin, é cotado dentro do PSDB para disputar as próximas eleições para governador.
Amigo de longa data de Sidnei Rocha, confirmou a visita a Franca no começo do mês, conforme antecipado pelo Comércio na coluna Insight, e marcou a audiência para a manhã desta sexta-feira no Gabinete do Prefeito. Sua assessoria de imprensa confirmou que ele vai anunciar a liberação de R$ 1,5 milhão. É menos do que o prefeito queria, mas o dinheiro ajudará na contenção de enchentes na Avenida Ismael Alonso y Alonso.
A secretária de Urbanismo, Valéria Marson, informou que usará os recursos para dar continuidade às obras de alargamento e aprofundamento do Córrego Cubatão nas proximidades do Posto Galo Branco. “Tão logo assinarmos o convênio, vamos abrir a licitação para poder fazer o serviço. O dinheiro chega em boa hora e vai nos ajudar a executar as obras”. Por causa do tempo chuvoso e da necessidade de se cumprir os prazos legais, os serviços não começam em menos de dois meses.
A Alonso y Alonso é um dos pontos mais problemáticos da cidade e apresenta constantes alagamentos, principalmente na rotatória do Fórum e na confluência dos Córregos dos Bagres e Cubatão. O alargamento da calha é uma aposta para melhorar a vazão e diminuir a ocorrência de enchentes. Com a verba disponível, será possível trabalhar apenas em cerca de 100 metros do canal. A Prefeitura calcula que sejam necessários mais de R$ 10 milhões para resolver o problema.
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