Mosaico foi extinto por problemas no repasse


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Essa não foi a primeira vez que o repasse de verbas gerou problemas no atendimento aos jovens infratores em liberdade assistida em Franca. Em março de 2009, depois de sete anos de existência, o projeto Mosaico, que acompanhava esses casos, foi extinto porque a Associação Bom Samaritano, administradora do projeto, e o Estado não chegaram a um acordo sobre os valores repassados. O Mosaico acompanhava os jovens na escola, cursos profissionalizantes e oferecia atendimento com psicólogos, além de acompanhar suas famílias. A associação alegou que trabalhava com déficit de R$ 3 mil mensais para pagar os funcionários e o governo se negou a alterar o valor. A entidade desistiu de continuar à frente do projeto e rompeu o contrato. Sem o Mosaico, a Fundação Casa de Ribeirão Preto assumiu o serviço e toda semana duas técnicas se deslocavam até Franca para atender os jovens infratores e seus familiares. Em entrevista ao <b>Comércio</b> em dezembro de 2009, Adilson Fernandes, assessor de medidas socioeducativas da Fundação Casa, disse que não houve reajuste porque o Estado não tinha condições na época e já tinha intenção de municipalizar o atendimento de liberdade assistida.

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