Toda vez que chove a cena se repete: os moradores do Parque Florestal (próximo ao Distrito Industrial) ficam impedidos de sair de suas casas porque a água da chuva alaga a rua, chegando a invadir algumas residências, e abre enormes crateras e valas no chão. Isso ocorre porque o bairro, com quase dez anos de existência, ainda não recebeu asfalto.
Os moradores reivindicam na Prefeitura o asfalto e acabamento de galerias para escoar a água da chuva. Segundo eles, o pedido não é atendido por interesses políticos. Valéria Marson, secretária de Urbanismo, disse que uma reunião entre a Promotoria e a Prefeitura, em dezembro de 2009, aprovou a pavimentação no Parque Florestal e agora está nas mãos dos moradores. “O asfalto depende da adesão de no mínimo 65% deles ao Plano de Contribuição de Melhorias. Estamos aguardando”, disse ela.
A professora Edna Taveira mora no bairro há oito anos e diz que a situação, principalmente, na Rua Antônio Ozório Silva, local onde reside, fica bem complicada. “As águas da chuva dos três bairros vizinhos descem para a minha rua. Toda vez ficamos ilhados”. A Prefeitura não tem previsão de quanto poderá passar a niveladora nas ruas para acabar com as crateras abertas.
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As fortes chuvas no último sábado prejudicaram também 40 pessoas que moram no Residencial Chácara Ouro Verde. O técnico Lucien Primon, 52, morador no local, disse que a água desgastou as ruas de terra e três postes de energia elétrica caíram, danificando também a rede de telefonia do local. O fato aconteceu por volta das 18h30 e deixou todos os moradores sem energia elétrica e comunicação.
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