Os Hospitais Unimed e Regional também oferecem suporte aos pacientes com sondas e seus cuidadores durante a internação e depois de receberem alta. As pessoas acompanhadas usam a sonda de alimentação no nariz até o estômago ou o intestino ou fizeram gastrostomia, cirurgia na barriga para colocar a sonda diretamente no estômago. Os dois hospitais acompanham 64 pessoas que dependem de sondas para se alimentarem.
O treinamento dos familiares que ficarão responsáveis pela alimentação da pessoa se inicia durante a internação. Equipes multiprofissionais orientam sobre as dietas, limpeza e posição adequada durante as refeições e outros cuidados importantes para evitar infecções.
“É uma situação completamente nova para a pessoa lidar. Ensinamos a limpar a sonda, a ter cuidados para ela não sair do lugar, pois se estiver mal posicionada, o líquido pode ir para os pulmões e causar complicações à saúde da pessoa”, disse Lucas Macedo, médico infectologista responsável pela medicina preventiva do Hospital Regional, que acompanha 25 pessoas com sondas em suas residências. “Ensinamos a família porque a equipe não tem disponibilidade para estar na residência diariamente”.
No Hospital Unimed, 39 pacientes, com idades entre 1 e 90 anos, usam sondas e têm assistência domiciliar. “Ensinamos a pessoa a usar a alimentação industrializada (como Nutren) e a artesanal, que é preparada em casa e exige uma série de cuidados para evitar contaminação”, disse Valdirene Miguel, enfermeira supervisora da assistência domiciliar do Hospital Unimed.
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