Não são apenas os atestados médicos que provocam baixas no quadro permanente da Prefeitura. No ano passado, os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais fizeram com que 100 servidores ficassem de molho em casa. As Secretarias de Educação e Saúde, que empregam o maior número de funcionários, concentraram quase 80% dos casos. Já a Secretaria de Serviços e Meio Ambiente, é a que apresenta os problemas mais sérios.
Os dados estatísticos englobam os acidentes como torções, quedas; os acidentes de trajetos e as doenças ocupacionais. No ano passado, quatro funcionárias de uma Unidade Básica de Saúde tiveram de se afastar por terem contraído a doença contagiosa. Também são comuns casos em que enfermeiros se ferem com seringas ao aplicar medicamentos em pacientes.
Por atuar diretamente com motosserras e roçadeiras, os servidores da Secretária de Serviços são os que se machucam com mais gravidade. A poda de árvores e a limpeza de terrenos e áreas públicas respondem pela maior parte dos acidentes.
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