"O caos francano"


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O acidente em que um balconista se arrebentou contra um caminhão parado não será o último, infelizmente. Nem todos, mas a maioria dos motociclistas francanos é maluca! Eles cortam pela direita, pela esquerda, pelo meio, sem qualquer aviso. Se pudessem, passam por cima ou por baixo dos outros. Acham que são os donos das ruas. Também não podemos esquecer dos motoristas que acham que seta para a esquerda ou para a direita liga sozinha!!!! Ou pensam isso ou acham que carros saem das fábricas sem setas. Por falar nisso, será que seta se tornou item opcional? Vou para a rua dar outra olhada... Edilson César Ribeiro Franca - SP ***** Ainda falta muito para termos trânsito educado. Como consolo, encontro em Istambul algo muito próximo do caos francano, em termos de falta de cuidado com pedestres. Já posso dizer que Franca, Nápolis, Cidade do México e Istambul rivalizam em termos de má educação, loucura e incompatibilidade entre motoristas, carros e gente andando... Franca, no entanto, é imbatível no quesito má qualidade dos veículos: o que tem de "fórmula zero" (carros sem condição de trafegar) em nossa cidade é número absolutamente exclusivo. Talvez, quando passarem a exigir maior qualidade de nossa frota – temos quase 200 mil veículos!!! – veremos redução no número de acidentes. Parabéns por baterem sempre nessa tecla do horrível trânsito francano. Lúcia Helena Maníglia Franca - SP ***** Não há dúvidas de que muitos motoristas só refletem sobre suas ações no trânsito, quanto são multados. Mas, ingenuidade à parte, sabemos que o olhar do poder público volta-se muito mais para a arrecadação proporcionada pelas multas aplicadas. Uma verdadeira indústria! À fortuna que gera ainda se somam os recursos do IPVA e aqueles que procedem dos caríssimos pedágios que nossos administradores disseminaram pelas rodovias paulistas. Acredito que se parte significativa desses recursos fosse aplicada em escolas, teríamos campanhas educativas realmente eficazes. Isso, somado a ações repressivas e severas apenas a casos que justificassem, proporcionariam à nossa cidade um trânsito mais civilizado. Vivemos, no entanto, um um País chamado Brasil. Como temos visto, o dinheiro que falta em ações do tipo sobra em campanhas tendenciosas que propagam mentiras. Dársio Batista Franca - SP

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