Luiz Fernando Goffi, gerente do INSS em Franca, disse que não tinha detalhes do caso envolvendo o padeiro e que não poderia fazer um comentário específico. Afirmou que a maior parte dos segurados confunde doença com incapacidade. “Muitas vezes, a pessoa está doente, mas não está incapaz para o trabalho. Então, não tem direito ao benefício. O benefício é para quem está incapaz para exercer suas atividades”.
O gerente afirmou que não há nenhuma orientação para os médicos que fazem as perícias dificultarem a liberação de afastamentos. “Se a pessoa cumprir os requisitos, com certeza, vai receber o benefício”. Sobre o mau atendimento por parte dos peritos, disse que sempre toma as medidas cabíveis quando recebe reclamações. “Se a pessoa for mal atendida, é só me procurar que vamos tomar as providências e levar o caso ao conhecimento da chefia dos médicos”.
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