Dezembro de 2009 terminou com o registro de oito homicídios. Três desafiam a polícia. Um quarto caso tem um suspeito identificado, mas ele ainda não foi detido. Investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) trabalham com objetivo de elucidar as mortes de Gabriel Maito Silva, ocorrida no dia 5; Geraldo Barcelos Filho, no dia 25; Jailson Alex de Sousa, executado a tiros no dia 19 e Daniel Neves Morais, também morto a tiros no dia 10. O caso envolvendo Geraldo Barcelos estaria próximo de ser solucionado. A polícia procura o caseiro da chácara onde Barcelos foi encontrado morto. Ele é considerado suspeito até em razão das declarações de sua mãe. Em entrevista ao Comércio, ela disse que seu filho passou rapidamente por sua casa um dia após o crime, pegou algumas roupas e sumiu.
Ontem, o dia na DIG foi bastante agitado com o interrogatório de testemunhas de mortes ocorridas no Jardim Aeroporto. Agentes do setor de homicídios ouviram pessoas ligadas à vítima Daniel Neves Moreira, 20, o "Gordinho", executado com seis tiros numa mata do Jardim Aeroporto III. Os investigadores também buscaram pistas da morte do desempregado Jeilson Alex de Souza, 19, morto nove dias depois no mesmo bairro com cinco tiros. O delegado Márcio Murari disse apenas que as investigações estão avançadas.
Outro caso que tem a atenção da polícia é o da morte do coletor de lixo Gabriel Maito Silva, 19. Ele foi encontrado sem vida, com ferimentos na cabeça provocados por um pedaço de pau, no Jardim Redentor. Silva saiu de casa no dia 4 de dezembro afirmando à família que iria comprar cigarros. Nunca mais voltou.
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