Francanos escapam da tragédia em Angra


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<b>AVALANCHE</b> - Após fortes chuvas, deslizamento de terra em morro da Ilha Grande, em Angra dos Reis, destruiu imóveis na madrugada do dia 1º de janeiro e deixou pelo menos 50 mortos.
<b>AVALANCHE</b> - Após fortes chuvas, deslizamento de terra em morro da Ilha Grande, em Angra dos Reis, destruiu imóveis na madrugada do dia 1º de janeiro e deixou pelo menos 50 mortos.
A tragédia ocorrida em Angra dos Reis (RJ) no Réveillon e que abalou todo País, por pouco, não foi testemunhada por um grupo de seis francanos. Os amigos ficaram acampados a 13,6 quilômetros da pousada onde um deslizamento de terra matou 50 pessoas (número de corpos encontrados até a tarde de ontem). Os jovens chegaram em Angra no dia 26 de dezembro e ficaram na Vila Abrão, próxima à Enseada do Bananal (em Ilha Grande), local do desmoronamento. Os francanos deixaram Angra dos Reis em 29 de dezembro, dois dias antes do deslizamento de terra e seguiram para Paraty. Nos dias em que permaneceram na Vila Abrão, acompanharam a grande movimentação de turistas para as festas de fim de ano no litoral carioca. Durante a estada no acampamento, o grupo de Franca enfrentou chuva. “Até o dia que ficamos em Angra, estava tudo sossegado. Choveu bastante durante a noite, mas no outro dia, parou e abriu sol. Em Paraty (também no Rio de Janeiro), a chuva estava mais forte e saímos meio corridos porque o camping onde ficamos estava alagando”, disse o empresário Jean Felipe Faleiros, 25. A nutricionista Maria Olívia Ferraz, 25, fazia parte da turma de Franca que viajou para curtir o Réveillon em Angra dos Reis. Para chegar até o camping em que ficaram na Vila Abrão, passaram, de barco, em frente à Pousada Sankay, na Enseada do Bananal, onde a tragédia ocorreu. Ela ficou chocada quando viu na televisão imagens do cenário paradisíaco que tinha conhecido havia poucos dias. Não se conforma com a destruição ocorrida naquela região. “Ficamos muito próximos do local da tragédia. Lá só se chega de barco e passamos em frente à pousada quando seguimos para a Vila Abrão. Onde aconteceu o desabamento era maravilhoso, com águas cristalinas”, disse ela, que esteve em Angra pela primeira vez. <b>Ouça a entrevista da nutricionista Maria Olívia à reporter Maiara Fernandes:</b> <div style="float: left; margin-right: 10px;"><embed src="http://media.entertonement.com/embed/OpenEntPlayer.swf" id="1_ea0eca54_f9ef_11de_877f_0019b9e56dac" name="1_ea0eca54_f9ef_11de_877f_0019b9e56dac" flashvars="auto_play=false&clip_pid=tzvvqdyxxt&e=&id=1_ea0eca54_f9ef_11de_877f_0019b9e56dac&skin_pid=wfxswdnlkf" width="300" height="30" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowscriptaccess="always" wmode="transparent"></embed><div id="1_ea0eca54_f9ef_11de_877f_0019b9e56dac_anchor" style="font-size: 8px; color: black; text-decoration: none; display: block; text-align: center;"><a target="_blank" href="http://www.entertonement.com/clips/tzvvqdyxxt--18597" style="font-size: 8px; color: black;" target="_blank">Francanos escapam da tragédia em Angra sound bite</a></div><img alt="Francanos escapam da tragédia em Angra sound bite" border="0" height="0" src="http://www.entertonement.com/widgets/img/clip/tzvvqdyxxt/1/1_ea0eca54_f9ef_11de_877f_0019b9e56dac/blank.gif" style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px; margin:0; padding:0; float:right" width="0" /></div> <i>*Se não conseguir ouvir o áudio, clique <a target="_blank" href=" http://www.entertonement.com/clips/tzvvqdyxxt--18597"><u>aqui</u></i></a>. Em Paraty, os jovens de Franca enfrentaram chuvas e deixaram a área de camping onde estavam às pressas. “O rio começou a subir e alagar o acampamento. Ainda tivemos de fazer um caminho mais longo porque uma ponte por onde a gente ia voltar tinha caído”, disse Maria Olívia. [FOTO2] O grupo viajou em dois carros e estava retornando para Franca quando os jovens receberam a notícia da tragédia em Angra. Preocupados, familiares ligaram nos celulares deles para saber se estavam bem. O deslizamento de terra em Angra dos Reis aconteceu na madrugada do dia 1º de janeiro. Depois de dois dias de fortes chuvas, a terra começou a cair do morro e atingiu dezenas de casas (leia mais no caderno Brasil). <i>Colaborou Maiara Fernandes</i>

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