Cargo oferece chance de iniciar carreira jurídica


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<b>O QUE FAZER</b> - Ivan da Cunha Souza, presidente da OAB de Franca, explica as ocupações de um oficial de defensoria pública
<b>O QUE FAZER</b> - Ivan da Cunha Souza, presidente da OAB de Franca, explica as ocupações de um oficial de defensoria pública
Nada melhor que começar 2010 apostando em um novo projeto profissional. A oportunidade do momento para quem quer trilhar os primeiros passos em uma carreira jurídica, mesmo sem ter formação superior, é prestar o concurso da Defensoria Pública de São Paulo. Também há 73 vagas para graduados em diversas áreas (veja mais no apoio). Com edital publicado semana passada e validade de dois anos prorrogáveis pelo mesmo período, a Defensoria vai abrir 163 vagas para oficial na capital, que concentra 98 oportunidades -, região metropolitana e no interior do Estado. Em Franca, estão previstos três postos de trabalho com a possível instalação de uma unidade local. Atualmente, na cidade, a Defensoria funciona através de um convênio com a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Além da formação completa em ensino médio, o cargo exige carteira nacional de habilitação tipo “B” (para carros). Os aprovados terão jornada semanal de 40 horas e receberão salário inicial de R$ 1.160. Abertas desde segunda-feira passada, as inscrições podem ser feitas junto à Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br) até dia 18 de janeiro. A taxa a ser paga pelo candidato é de R$ 52,37. As provas estão marcadas para 28 de fevereiro, em diversos municípios, incluindo Ribeirão Preto e São Paulo, de acordo com a vaga escolhida pelo candidato. O vice-presidente da OAB de Franca, Ivan da Cunha Sousa, explica que o cargo de oficial de Defensoria é diretamente relacionado ao atendimento do público, especialmente famílias de baixa renda. Paciência e bom domínio de português, para a redação de documentos importantes, são qualidades essenciais. Segundo Sousa, o oficial estará em contato diário principalmente com pessoas que não possuem condições de arcar com advogado particular e que procuram o departamento para resolver problemas em sua maioria com familiares e da esfera criminal - cerca de 80% dos processos, estima o advogado. “É um bom início, porque o profissional vai ter contato com casos práticos principalmente nessas duas áreas”, afirma Sousa, que recomenda, aos interessados em seguir carreira jurídica, cursar uma faculdade de Direito e tentar, posteriormente, se tornar um defensor.

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