Vivemos num mundo cheio de estatísticas mas acho que deveríamos criar mais uma para saber como anda a sanidade das pessoas, de um ano para outro, por décadas, e até pelos séculos. Estamos no tempo de universidades, doutorados, arquivos de todas as ciências disponíveis em livros, internet etc. mas acho que, apesar do progresso, a sanidade das pessoas vem decrescendo. Observando-se a grande massa percebe-se que as pessoas estão mais malucas do que nunca. Quem não se iguala é considerado estranho. Pessoas requerem liberdade, cada vez mais liberdade para poderem ser livres na escolha da escravidão à qual vão se se sujeitar. Percebe-se que a primeira escravidão que desejam é serem servos das drogas o que inclui o alcoolismo, depois a prostituição, depois a corrupção e o exibicionismo que os torna sintéticos; a mulher siliconada em todas as partes do corpo e o homem robotizado e alienado dentro de um carro exigindo que o veículo deva fazer curvas sozinho sem precisar de esforços do piloto "cansado". (O leitor se manifesta sobre Gazetilha que tratou do trânsito francano, assinada pelo jornalista Corrêa Neves Júnior, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php? id=50799).
Celso Delsanto
Franca - SP
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