Tentar minimizar os efeitos de alagamentos e enchentes na cidade será um dos desafios da Prefeitura em 2010. Para isto, ao menos R$ 5 milhões serão investidos no alargamento do canal do Córrego Cubatão. Paralelamente a este serviço, a Secretaria de Urbanismo está desenvolvendo um projeto de lei para obrigar loteadores e donos de residências a construírem sistemas de drenagem. A intenção é reduzir o volume de água despejado nas galerias.
A proposta terá que ser aprovada pelos vereadores. Como os estudos ainda não foram concluídos, não há uma previsão de quando o projeto será envido para a Câmara. A ideia inicial é que novas construções - grandes empreendimentos ou moradias -e também os imóveis já existentes sejam dotados de espaços para retenção de água. “O proprietário terá que deixar uma área, uma espécie de canteiro sem pavimentação, para receber e encaminhar a água para o lençol freático. Com isto, a quantidade jogada nas galerias será menor”, disse a secretária Valéria Marson. As casas já construídas teriam um prazo - ainda não definido - para se adequar.
Desde 2007, a Prefeitura exige de novos loteamentos que sejam feitas contenções nas cabeceiras de bacias para fazer com que as águas desçam aos poucos. “Não adianta ficar só aumentando canal e galerias se não tomarmos medidas preventivas. É preciso reter a água do telhado e a do quintal”, finalizou Valéria Marson.
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