O Ministério da Educação aplica hoje, domingo, o segundo dia de prova do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio), que avalia os estudantes que estão concluindo o ensino médio e ainda ajuda a ingressar em uma instituição de ensino superior e na disputa por uma bolsa de estudos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos). Em Franca, a prova está sendo aplicada na Unifran, Uni-Facef, Faculdade de Direito e Escola Municipal “Antônio Siccheroli” com 10.360 inscritos. Em todo o País, serão 4 milhões de participantes.
Os portões serão fechados às 13 horas não sendo tolerados atrasos. É preciso apresentar um documento original com foto, o cartão de confirmação da inscrição verde e caneta preta ou azul. Hoje os alunos terão um prazo de cinco horas e meia para resolver todas as questões. Os participantes somente podem deixar a sala duas horas após o início do exame.
No segundo dia, os candidatos terão que resolver uma prova com questões de linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias e ainda produzir uma redação. O Ministério da Educação preparou quatro tipos de provas com cores diferentes para serem distribuídos aos participantes. Cada item terá 45 questões de múltipla escolha. Nos dois dias do Enem os participantes terão que responder 180 questões.
O primeiro dia de prova aconteceu ontem. Um dos responsáveis por acompanhar o Enem em Franca, Odair Molina, que ficou na Escola “Antônio Siccheroli”, disse que 76 alunos estavam inscritos para serem avaliados naquela escola, mas não informou quantos faltaram. “Apenas um estudante chegou atrasado, mas foi aceito por ter passado apenas alguns minutos”. Nos demais locais de prova, não foram passadas informações.
A responsável pelo Enem em Franca, Miriam Spagnolo, não divulgou um balanço do primeiro dia de prova na cidade nem mesmo sobre número de alunos que não conseguiram ingressar no local do exame. “São normas. Só podemos passar informações na segunda-feira”.
ATRASO
As provas do Enem deveriam ter sido aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro, mas foram canceladas pelo Ministério da Educação após o vazamento do conteúdo. Com isso, o governo federal teve um prejuízo de R$ 36 milhões para fazer a nova impressão.
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