Roma conquista Municipal com goleada


| Tempo de leitura: 2 min
ALEGRIA E COMEMORAÇÃO - Acima, o atacante do Roma, Júnior Preto, comemora um dos seus dois gols anotados na final do Municipal de Chacrobol contra o Ratatá.
ALEGRIA E COMEMORAÇÃO - Acima, o atacante do Roma, Júnior Preto, comemora um dos seus dois gols anotados na final do Municipal de Chacrobol contra o Ratatá.
Nem a chuva que caía fina no sábado sobre o Campo Belo afastou os torcedores que lotaram o local para assistir à final do 1º Campeonato Municipal de Chacrobol. Foram 32 times participantes. Dezenas de famílias com crianças se acomodavam embaixo de seus guarda-chuvas junto à grade que cercava o campo. Do lado de dentro, o Roma, do Leporace, goleou o Ratatá, do City Petrópolis, por 4 a 0. Além da taça de vencedor, a equipe levou para casa 15 caixas de cerveja e 15 quilos de carne, consumidos no sábado mesmo, durante a festa da vitória que começou às 19 horas na praça ao lado do Centro Comunitário do Leporace. O campo encharcado dificultou a vida dos atletas no início da partida. E até a metade do primeiro tempo foi um show de escorregões. O jogo também foi marcado por uma infinidade de cartões - só na primeira etapa foram quatro amarelos e uma expulsão - e incontáveis substituições. Tirando isso, o Ratatá até que começou bem a partida. Bem organizado em campo, acertou na marcação e criou todas as chances de gol do jogo até os 27 minutos, quando Júnior Preto cruzou de fora da área para Otamiro marcar o primeiro do Roma. FICOU PIOR No segundo tempo, a equipe do City Petrópolis se perdeu e deixou de marcar. Era o que o atacante Júnior Preto precisava para fazer o que sabe de melhor. Aos sete minutos, ele recebeu a bola na "cara do gol" e mandou a bola no canto esquerdo do goleiro Alberto, do Ratatá. Daí para frente o Roma dominou e aos 13 minutos Lelinho desceu sozinho pelo lado esquerdo do campo e marcou o terceiro da partida. Aos 20 minutos do segundo tempo, a torcida do Leporace já começava a gritar "olé". Júnior Preto recebeu o passe de Franzinho e tocou para marcar o quarto e último do jogo. A goleada esquentou o tempo no Campo Belo e as duas torcidas começaram a trocar provocações. Faltando cinco minutos para acabar, o juiz Edilson Nogueira interrompeu a partida. Fogos de artifício haviam sido lançados em direção ao campo e um torcedor do Ratatá invadiu o local, armado com um pedaço de pau. [FOTO2] Contidos os ânimos, o jogo foi retomado para parar novamente dois minutos depois. As quatro bolas que estavam sendo utilizadas haviam sumido. Recuperadas as bolas, a partida ainda seguiu por mais três minutos, mas sem novidades. Ao final do jogo o técnico do Ratatá, Carlos Roberto Souza, 29, comentou a derrota que pegou de surpresa a equipe. Eles não perdiam uma partida desde abril de 2008. "Todos estavam em campo. Não tínhamos desfalques e não há desculpa. A equipe não se achou em campo. Perdeu porque tinha que perder", afirmou o treinador.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários