O atacante do Roma Júnior Preto fez a diferença no sábado, na decisão do 1º Campeonato Municipal de Chacrobol. O jogador deu o passe para o primeiro gol, marcou outros dois e foi o artilheiro da competição com 17 tentos. Em segundo lugar ficou Viola, do Ratatá, com 15.
Júnior começou a treinar nas categorias de base da Associação Atlética Francana, quando tinha apenas 15 anos, mas nunca chegou a se profissionalizar. "Joguei no Botafogo, de Ribeirão Preto, e na Francana, mas faltou um pouco de sorte na carreira", disse ele.
Hoje com 24 anos, Júnior Preto é sapateiro e trabalha na Tenny Wee. É famoso por jogar tanto chacrobol, pela equipe do Roma, quanto no Varzeano, onde defendera o Vila São Sebastião. "Todos querem o Júnior, mas ele é nosso", disse um dos diretores do Roma, Wellington Engane Dias, 27.
Quanto à carreira, o atacante é prático. "Tenho uma família para cuidar, não posso me aventurar sem um contrato e uma boa proposta. Aqui, eu me divirto e ganho algo. Geralmente o quanto mereço...", disse ele sem, revelar a quantia exata. Foi apurado que há pagamento, em média, de R$ 10 por gol e R$ 50 por jogo.
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