Equoterapia ajuda a vencer obstáculos


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ORIENTAÇÃO - A psicóloga Roberta Gimenes conversa com João Pedro Alves em sessão de equoterapia
ORIENTAÇÃO - A psicóloga Roberta Gimenes conversa com João Pedro Alves em sessão de equoterapia
Quem já cavalgou conhece bem o que significa a relação homem e cavalo. Quem não cavalgou ainda tem em mente que andar a cavalo oferece um sentimento de liberdade e contato com a natureza. Aqui em Franca, o cavalo não é usado para simples cavalgadas ou outros passeios. É muito mais. Para o esporte é um dos meios mais requisitados: corrida hípica, pólo, equitação, team peanning. O uso do animal aqui na nossa região, sem dúvida, pode ajudar não só a proporcionar liberdade, por meio do esporte ou de um passeio no campo, bem como contribuir para que pessoas com deficiências consigam evoluções mentais e motoras. É assim que há cinco anos em Franca uma equipe multiprofissional médica utiliza o animal como parte fundamental para a recuperação de pessoas com síndrome de Down, atraso no desenvolvimento neuromotor, paralisia cerebral, problemas mentais e outras deficiências. A equoterapia é um método terapêutico, que envolve psicólogos, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Todos traba-lham em conjunto e desenvolvem atividades recuperativas utilizando o cavalo como instrumento principal. [FOTO2] No início das atividades, o aluno anda a cavalo com a ajuda de um profissional. A ideia é evoluir e adquirir independência. O fisioterapeuta Rogério Soares Cândido contou que para a equoterapia o ideal é que os cavalos sejam mais velhos. "Quando são mansos é fácil montar. A docilidade do cavalo faz o praticante estabelecer um vínculo", disse. A psicóloga e idealizadora do projeto, Roberta Gimenes, define como é o tratamento. "O cavalo é uma máquina de fisioterapia viva". Segundo ela, o movimento tridimensional da andadura do cavalo possibilita ao praticante fazer movimentos que ele não seria capaz.

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