A dona de casa APT pensou que o criminoso poderia machucar seu filho. Ela relatou que o assaltante estava bastante nervoso, aparentando estar drogado. Por diversas vezes ele apontou o revolver em sua direção, dizendo que iria atirar nela e no bebê de apenas 1 ano.
Comércio da Franca -Como foi a ação do ladrão?
APT - Ele chegou e apertou o interfone. Perguntei quem era? Ele disse ser da CPFL. Eu vim direto e abri o portão. Quando abri, apontou a arma falando que era um roubo.
Comércio - Ele estava encapuzado?
APT - Sim. Inclusive quando abri o portão assustei com o jeito que estava vestido. Empurrei o portão e ele segurou com o pé e mandou eu ficar quieta se não iria me matar.
Comércio - Onde estava seu filho?
APT - Ele estava no meu colo. Por isso não pude reagir. Tive medo dele atirar. Ele chegou a falar que iria atirar no meu filho caso eu não ficasse quieta.
Comércio - Foi agredida?
APT - Não. Só com palavras. Quando pedia dinheiro e eu falava que não tinha ele me xingava. O assaltante chegou a jogar no chão objetos que estavam na estante. Revirou as gavetas procurando dinheiro.
Comércio - Ele apontou o revólver para você?
APT - Sempre. Para mim e meu filho que estava no colo. Fiquei desesperada. Meu filho tem apenas 1 ano. Pensei que meu filho iria morrer.
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