Franca sedia nacional de bumerangue


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<b>TESTANDO O VENTO</b> - Sandro Carlos de Freitas prepara-se para jogar bumerangue no Pólo Clube de Franca ontem. Ele participará do Campeonato Brasileiro da modalidade, que começa na cidade a partir de hoje
<b>TESTANDO O VENTO</b> - Sandro Carlos de Freitas prepara-se para jogar bumerangue no Pólo Clube de Franca ontem. Ele participará do Campeonato Brasileiro da modalidade, que começa na cidade a partir de hoje
A partir de hoje Franca se tornará a capital nacional do bumerangue. Até o próximo domingo 20 bumeranguistas de ao menos quatro Estados brasileiros e até do exterior estarão na cidade para participar da quinta edição do Campeonato Brasileiro da modalidade. As provas terão início às 8h30 de hoje no campo do Pólo Clube, localizado na Avenida São Vicente, na Vila Hípica. A entrada será gratuita para o público. O vencedor da competição, que contará com a supervisão da ABB (Associação Brasileira de Bumerangue), será conhecido após a realização de seis provas. Nelas os bumeranguistas terão que demonstrar suas habilidades em quesitos como precisão, distância e repetição dos arremessos. Quem somar o menor número de infrações durante a disputa ficará com o título. Além de participantes brasileiros, o torneio contará com a presença do norte-americano Gary Broadbent, considerado uma das referências mundiais da modalidade. Após as provas, ele fará uma palestra motivacional aos competidores. Um dos favoritos da competição é o catarinense Sandro Carlos Freitas, que viajou 1.200 quilômetros entre Criciúma (SC) e Franca para participar das provas. Em 2007, ele faturou o título e agora briga pelo bicampeonato. "O nível está altíssimo e todos que estão aqui possuem condições de brigar pelo primeiro lugar. Vai ser um páreo duro, mas espero vencer", disse. O francano André Ribeiro, que se tornou um adepto do bumerangue há pouco mais de dois anos, espera surpreender os favoritos. "Treinei duro nos últimos meses e estou preparado para competir. Agora é colocar tudo isso em prática e tentar fazer o melhor no torneio". <b>HOBBY</b> Em países como Alemanha e Estados Unidos, alguns praticantes do bumerangue conseguem sobreviver apenas com os patrocínios obtidos com a prática do esporte. No Brasil, a modalidade ainda é considerada apenas um hobby. "No País não conheço nenhum bumeranguista que viva exclusivamente disso e eu sou um exemplo. Só quando termino o expediente no meu trabalho é que vou para a praia treinar e praticar bumerangue", disse o jogador Jerri Leu, que trabalha como designer em Balneário Camboriú (SC) e também acumula as funções de assessor de comunicação da Associação Brasileira de Bumerangue.

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