Vendedora acusa médico de lhe apalpar os seios


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<b>LOCAL DOS FATOS</b> - O PS ‘Dr. Janjão’ registrou outro problema entre médico e paciente: DDM vai apurar denúncia de vendedora
<b>LOCAL DOS FATOS</b> - O PS ‘Dr. Janjão’ registrou outro problema entre médico e paciente: DDM vai apurar denúncia de vendedora
Uma vendedora de 24 anos procurou a polícia para reclamar de um médico do Pronto Socorro “Doutor Janjão”. A mulher disse que foi molestada durante uma consulta. A vítima alega que o médico passou as mãos em seus seios durante um exame. O boletim de importunação ofensiva ao pudor foi registrado e deverá ser apurado na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). O fato também será apurado através de um procedimento aberto na Secretaria de Saúde do Município. A vendedora deu entrada no"`Janjão" durante a noite de domingo após ter se machucado num rancho onde passou o feriado prolongado. A mulher disse que pisou numa espinha de peixe e feriu o pé direito. "Ela disse que foi procurar ajuda no Janjão acompanhada de uma amiga e do namorado. Só que estes últimos foram impedidos de acompanhá-la na consulta pelo médico de plantão", disse o escrivão Rogério Primo. Segundo a vendedora, o médico de 59 anos logo na primeira conversa, a insultou. "Ela nos disse que o médico foi fazendo comentários dizendo que se ela não estivesse de olho no marido da amiga, não teria pisado na espinha do peixe", disse o escrivão. Mesmo com o comentário a vendedora continuou no consultório sendo examinada. Ela estranhou a atitude do profissional no momento que ele pegou o estetoscópio e disse que pretendia escutar seus batimentos cardíacos. A jovem alega que o médico teria se aproveitado da situação e feito carícias em seus seios. Revoltada, a vendedora saiu do consultório chorando e contou o que havia ocorrido aos seus acompanhantes. A polícia foi chamada e ambos foram apresentados no Plantão. O médico negou que tenha agido de forma antiética. Segundo o médico, todo procedimento foi realizado dentro dos parâmetros previstos por um profissional da saúde. "Ele afirmou que estava usando o equipamento para escutar os batimentos cardíacos da paciente e que em nenhum momento se aproveitou da situação". E acrescentou: não houve nenhuma intenção de praticar qualquer ato libidinoso", disse Rogério Primo. Antes de sair do plantão o médico ainda registrou ocorrência de injúria contra a paciente. A reportagem do Comércio da Franca tentou localizá-lo ontem, mas ele não foi encontrado. No "Janjão", os atendentes informaram que não seria dia de seu plantão. Na lista telefônica não consta seu nome. A secretaria de Saúde não fornece telefones de seus profissionais.

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