Traumatizada depois de ter a casa assaltada e a família agredida no fim de outubro, a dona de casa SOC até pensou em se mudar do bairro Esplanada Primo Meneghetti para um apartamento. No entanto, desistiu. "Você sabe o que é ver o filho ser espancado na sua frente, sua única filha com uma arma na barriga e não poder fazer nada? Mas não adianta. Não vou sair da minha casa por causa de bandido", disse ela.
Decidida a continuar no local, ela investiu mais de R$ 6 mil na instalação de câmeras de segurança por todo o terreno, cercas elétricas, alarme monitorado e muros com mais de dois metros de altura. "Eu estou presa em casa. Tenho medo. Quando tenho que sair fico por mais de meia hora dando voltas no quarteirão para entrar em casa", contou a dona de casa.
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