Sapateiro vira modelo na luta contra o preconceito


| Tempo de leitura: 1 min
Há dois anos, Michael Franco, 22, trabalhava numa fábrica de calçados. Alvo de piadinhas maldosas desde os tempos da escola, não imaginava que uma ida a um salão mudaria sua vida. Incentivado por uma mulher que estava no local e ressaltou sua beleza, Michael virou modelo e hoje faz até cinco desfiles por mês. Para ele, o preconceito existe, mas a nova profissão atenua sua manifestação. Agenciado pela Boni Produções, Michael trabalha como modelo de passarela, fotográfico e de comerciais, além de fazer cursos na área. No futuro, ele pensa em cursar moda e ter uma marca própria de roupas. “No começo, por eu ser negro, muitas pessoas falaram que seria complicado para mim. Diziam não haver muitos trabalhos para negro nesta área. Hoje provo o contrário”. Para ele, essa mentalidade em relação aos negros precisa ser mudada. “É triste saber que o preconceito ainda existe”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários