Ainda, o debate


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Fernando Baldochi disse que "nenhum cão foi sacrificado". A coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Unifran disse que os animais "já chegaram mortos na universidade" (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id =49183). Então, como se explica isso se desde o ano passado uma lei estadual proíbe a eutanásia em cães e gatos no Estado de São Paulo? Gostaria de saber da onde saem os cães utilizados nas aulas práticas da Unifran, já que quem envia animais para lá, segundo a coordenadora, é a prefeitura e segundo Fernando Baldochi, o trabalho da prefeitura está suspenso desde 2008? Se não tiver animal não tem aula prática... O engraçado é que não há só o caso do cãozinho Perré, que desapareceu da noite para o dia. Existem muitos animais que desapareceram e continuam desaparecendo repentinamente. Concordo plenamente com a leitora Andresa Gomes Barbosa (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=49435): se o negócio fosse comigo, o circo ia desabar. Todos os dias os telefones das voluntárias das ONGs que trabalham com animais recebem denúncias sobre animais desaparecidos da noite para o dia. Aproveito a oportunidade para perguntar: por que o caminhão do senhor Clésio, da carrocinha de Franca não está mais com o emblema da Prefeitura Municipal de Franca? Karina da Silva Franca - SP

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