Término do `bicho` afastou torcedores


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Há dois anos, o Imperador vem sofrendo problemas com a falta de torcida. Das 300 pessoas que seguiam o clube, hoje não restaram 80. Com o fim da festa do "bicho" (comemoração ao final das partidas), que rendia cerveja gratuita para jogadores e torcida, muitos deixaram de acompanhar a equipe. A decisão em acabar com essa festa foi tomada pela diretoria. "Ficava muito caro. Não tinha como continuar", disse o diretor Carlos Silva. Em média, por cada festa, o Imperador tinha que desembolsar R$ 400. Ao invés da festa, os diretores acharam melhor investir nos jogadores para obterem resultados em campo. "Não adianta montar um time meia boca (mais fraco). Não adianta pensar que um time mais fraco gasta menos, que gasta até mais. Se não está bem ninguém ajuda, não temos patrocinadores", disse o vice-presidente, Mário José Sinoti. Para recuperar sua torcida, Mário estuda a alternativa de montar um conselho, que incluiria moradores do bairro. "Convidaremos os que têm mais vínculo com o bairro", disse Mário.

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